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Glossário do Curso de Fotografia de Equinos

PRINCIPAIS TERMOS DA FOTÓGRAFIA DIGITAL

ABERTURA - termo relacionado ao tamanho da abertura do diafragma. Ela varia numa seqüência de números cada um deles significando o dobro da luz do número anterior. A seqüência clássica é: 1 - 1.4 – 2- 2.8 – 4 –5.6 – 8 – 11 – 16 – 22 – 32 – 44 – 64. Nesta seqüência, quanto MAIOR o número, MENOR a abertura, isto é, os números são denominadores de frações. Assim, f1.4 é muito aberto, f11 bastante fechado.

ABERTURA TOTAL – uma dada lente pode ter diferentes aberturas. O termo se refere a uma lente com a sua abertura total, ou seja, na sua configuração mais ampla. A abertura total para uma lente f/2,8 é então f/2,8. Isto minimiza a zona de nitidez (tecnicamente conhecida como profundidade de campo), ajudando a suavizar o fundo e realçar o objeto.

ALTAS-LUZES (HIGH KEY) - luzes muito claras, região clara da fotografia, da cena ou da transparência, como brilhos ou tecido branco.

ÂNGULO DA CÂMERA - relação da posição da câmera para a posição do objeto. O mais comum é segurar a câmera horizontalmente ao objeto, mas frequentemente pode-se causar mais impacto ao alterar-se o ângulo da câmera para mudar a perspectiva e linha do objeto com um fundo interessante.

BAIXAS-LUZES (LOW KEY) – falta de luz na cena, região escura da fotografia ou transparência, como sombras e regiões sem luz.

BALANÇO DE BRANCO (WHITE BALANCE) - recurso de correção, por meio de colorímetro, destinado a pré-ajustar a câmera em relação à fonte de luz utilizada (Luz do Dia, Fluorescente ou Incandescente), com o propósito de manter as cores originais da cena.

BOKEH - Termo japonês que designa a área da fotografia que não está em foco, ou simplesmente, designa a "qualidade estética" dessa área da foto fora de foco.

BRILHO – Nível de intensidade da luz.

CARTÃO DE MEMÓRIA - sistema utilizado pela maioria das câmeras digitais para armazenar imagens. Ao contrário do cartão de memória para computador, esse cartão preserva os dados mesmo sem eletricidade. Existem em diversos formatos, capacidades e velocidades de gravação de dados.

CLOSE-UP - foto tirada próximo ao objeto, geralmente definida como tirada a 1 m de distância ou menos. Os temas mais populares de close-up são flores, insetos e objetos pequenos. Enquanto a maioria das lentes comuns pode focalizar na distância de 40-50 cm, as lentes especializadas oferecem um melhor desempenho para close-up de fotografias profissionais.

COMPACTAÇÃO - termo genérico para descrever um dos vários processos que removem dados ou detalhes de uma imagem para diminuir seu tamanho geral.

COMPENSAÇÃO DA CONTRALUZ - aumentar a exposição para contrapor a contraluz sobre um objeto. Pelo motivo da maioria dos sistemas de medição ter a tendência de subexpor os objetos iluminados pela contraluz, geralmente uma boa dica é aumentar a exposição até 2,0 EV.

COMPOSIÇÃO - é o arranjo dos elementos de uma fotografia, o assunto principal, primeiro plano, fundo e motivos secundários, correlacionando-os com a luz incidente, além da preocupação em controlar a exposição e foco, para formar a imagem final registrada pela câmera.

CONTRALUZ - tipo de fotografia onde o objeto principal tem atrás de si uma região bem mais iluminada que ele, e se faz a fotometria para o objeto principal e não para o fundo, de forma que o objeto principal seja visível e exiba detalhes, mesmo que o fundo fique estourado.

CONTRASTE - diferença entre as partes claras e escuras de uma cena ou fotografia.

DISPARO LENTO – ver LONGA EXPOSIÇÃO

DISTÂNCIA FOCAL - distância entre a objetiva e um ponto determinado, onde se forma a imagem focalizada de um assunto a grande distância, quando a objetiva está focalizada para o infinito. A distância focal de uma objetiva determina o tamanho final da imagem fotográfica. Em geral, quanto maior for a distancia focal da objetivam menor será seu respectivo ângulo de visão.

DSLR (DIGITAL SINGLE-LENS REFLEX) - versão digital para as antigas câmeras de filme SLR, em que a luz passa apenas pela lente antes de chegar ao sensor.

ESCALA DE CINZAS (GRAYSCALE) - descreve uma foto em P&B em que há grande variabilidade de tons de cinzas, excetuando-se o preto absoluto e o branco absoluto, totalizando 256 tons. O mesmo que ESCALA DE TONS.

ESTOURAR - diz-se que há um estouro numa região da foto quando ela fica totalmente branca ou totalmente preta, e assim os detalhes que deveriam ser vistos naquela região estão irremediavelmente perdidos.

EXPOSIÇÃO AUTOMÁTICA - modo de operação no qual a câmara ajusta automaticamente a abertura e a velocidade do obturador, para exposição zerada no fotômetro.

EXPOSIÇÃO AUTOMÁTICA COM PRIORIDADE DE ABERTURA - modo de exposição automática que permite ao usuário ajustar a abertura da lente. A câmera determina automaticamente a velocidade de disparo correta. Isto permite o controle efetivo da profundidade do campo e é popular entre os fotógrafos profissionais.

EXPOSIÇÃO AUTOMÁTICA COM PRIORIDADE DE OBTURADOR – modo de exposição automática que permite ajustar manualmente a velocidade do obturador. A câmera determina automaticamente a abertura necessária para a correta exposição.

EXPOSIÇÃO CORRETA - combinação entre a velocidade de disparo e abertura da lente que distribui a quantidade correta de luz para produzir uma boa imagem no filme/sensor.

FILTRO - vidro, acrílico ou outro material transparente colorido, usado diante da objetiva, com finalidades especiais, como acentuar o azul do céu, realçar as cores ou definir melhor os intervalos tonais da imagem fotográfica. É, também, o conjunto de fórmulas matemáticas aplicadas a uma imagem digital que muitos editores de imagens oferecem para alterações significativas da aparência de uma fotografia.

FLARE – Luz indesejada, espelhada ou refletida dentro da objetiva ou do corpo da câmera/ampliador. Causa manchas de cintilação, degradando os detalhes nas sombras.

FLASH AUTOMÁTICO - tipo ou modo de flash eletrônico com sensor fotossensível que determina a distância do flash para exposição ideal através da medida do retorno da luz refletida pelo objeto.

F-NUMBER - nomenclatura empregada quando nos referimos à abertura do diafragma, tendo tradicionalmente os seguintes formatos numérico: 1.0 / 1.4 / 2.0 / 2.8 / 4.0 / 5.6 / 8 / 11 / 16 / 22 / 32.

FOCO – Ajuste do ponto máximo de nitidez ao fotografar um objeto. As câmeras com foco automático fazem isto automaticamente, mas ao se fotografar em close up, frequentemente é mais rápido e preciso alterar para o foco manual. Tecnicamente é o estado ótico no qual os raios de luz convergem no filme ou no sensor para produzir a imagem mais nítida possível.

FOTOMETRIA - ato de medir a luz de uma determinada região do quadro, ou do quadro inteiro. A fotometria é medida em Fator de Exposição, mas aparece em grande parte dos fotômetros internos das câmeras como uma relação entre velocidade e abertura.

ISO (INTERNATIONAL STANDARDS ORGANIZATION) - valor padronizado que substituiu os antigos padrões ASA, DIN e JIS. Série de números que indica a sensibilidade de um filme à luz. As velocidades mais comuns variam de 25 a 1600 ISO. Os filmes de 200 ISO, por exemplo, são duas vezes mais sensíveis do que os filmes de 100 ISO que, por sua vez, são duas vezes mais sensíveis do que os de 50 ISO. Esse padrão é utilizado no ajuste da exposição correta. O conceito foi adotado integralmente também para a resposta de sinal do sensor digital.

JPEG (JOINT PHOTOGRAPHIC EXPERTS GROUP) - tipo de formato de imagem digital que permite uma variedade bastante grande de compressão com perdas de qualidade (atualmente 12 níveis). Este é o formato mais utilizado nas câmeras digitais e na internet de um modo geral.

KELVIN (K) - unidade que exprime a temperatura de cor no Sistema Internacional de Unidades (SI). Os valores Kevin são empregados na fotografia para indicar a temperatura de cor e sua respectiva dominância em função das diversas fontes de luz utilizadas. A luz branca é de 5.500 Graus.

LENTE GRANDE-ANGULAR (GA) - Popularmente são definidas como objetivas cuja distancia focal é menor que as objetivas normais - variando de 8 a 35 mm, ou seja, de Super Olho de Peixe a Angular Standard -, encontrando aplicação pratica em trabalho a curta distancia. Possuem grande angulo visual - de 220 a 62 graus. Tem pôr função principal acentuar bastante a perspectivas fazendo com que os primeiros planos fiquem relativamente maiores do que os planos posteriores.

LENTE MACRO - O termo também é utilizado para descrever qualquer objetiva adequada para fotografar objetos a pequenas distâncias. As objetivas macro conforme a designação de seu respectivo fabricante, também podem ser utilizadas em cenas normais.

LENTE NORMAL - Popularmente são definidas como objetivas cujo ângulo de visão se aproxima do humano - entre 40 e 60 graus -, não ampliando ou diminuindo o tamanho relativo dos objetos no quadro. Tem serventia em praticamente todos os tipos de fotografias, são leves, baratas, luminosas e possibilitam o controle criativo da profundidade de campo.

LENTE OLHO-DE-PEIXE (FISHEYE) - lente grande-angular especial que pode capturar perspectivas panorâmicas extremas, mas distorce os lados da imagem.

LENTE RÁPIDA - capacidade relativa de a lente transmitir luz. Medida pela maior abertura na qual a lente pode ser usada. A lente rápida possui uma abertura máxima maior e é capaz de transmitir mais luz que a lenta. Geralmente o termo compreende as lentes de aberturas maiores que f/2.0.

LENTE TELE - também chamada de teleobjetiva. Tecnicamente são as lentes cuja distância focal é maior do que a diagonal da mídia. Comumente são ditas das lentes cujo ângulo de visão é menor do que o do olho humano. Portanto, essa lente tem a capacidade de fazer o assunto aparecer maior na imagem, dando a impressão de que o assunto está mais próximo que na realidade. Apresentam características diversas conforme sua construção, sobretudo em relação à compressão (achatamento) de planos e controle da profundidade de campo.

LONGA EXPOSIÇÃO - velocidade de disparo lento, ou seja, o obturador aberto por um longo tempo. Geralmente isto significa 1/30 segundo ou mais, podendo mesmo chegar a horas. Como segurar a câmera com velocidade de disparo lento sempre resulta em trepidação da câmera, sempre utilizar um tripé ou outro apoio para estabilizar a câmera.

LUMINOSIDADE (BRIGHTNESS) - é uma das três dimensões da cor. É a quantidade ou intensidade de luz (brilho) que é refletida por uma superfície iluminada e independente do matiz ou da saturação.

LUZ DE PREENCHIMENTO - luz suplementar de um flash, lâmpada ou refletor usada para clarear as sombras que incidem sobre um objeto iluminado pela luz solar direta. Fotografar sem preenchimento nesta situação tende a produzir um contraste áspero.

MEIO-TOM – Tom intermediário entre os valores de alta-luz e de sombra em uma cena.

MONOPÉ - acessório de suporte à câmera constituído de uma única perna, utilizado principalmente para fotografias esportivas ou de ação.

NITIDEZ - pode ser definido com a delimitação mensurável dos detalhes de uma imagem, ou seja, uma boa visualização dos contornos de um objeto em um frame.

OBTURADOR - sistema de cortina, lâminas ou outro tipo de cobertura móvel, para controlar o tempo de exposição da luz sobre o plano do filme. Ele se abre momentaneamente para expor o filme/sensor à luz que entra pela abertura, e se fecha ao fim da exposição. Os tipos mais correntes são: obturador central, obturador de plano focal ou de cortina acionados mecânica ou eletronicamente, conforme o modelo da câmera. Existem também os obturadores de folhas, mais utilizados em objetivas e câmeras de Médio Formato.

PIXEL - acrônimo de Picture Element. É o menor elemento de informação (bit) que se combinam para formar uma imagem digital. A forma do pixel nas câmaras fotográficas digitais é quadrada, e as imagens digitais são compostas por pixels subjacentes, cada um tendo uma cor ou tom próprios, transmitindo-nos a sensação visual de ser uma imagem contínua. Unidade que designa o menor ponto de imagem. Usada como medida de resolução para telas de monitores, como do próprio tamanho final do arquivo de imagem.

PLANO FOCAL - plano sobre o qual a imagem de determinada cena fica nítida; em termos práticos é o plano que se situa o sensor fotográfico.

PLUG-IN - módulo de software de terceiros que pode ser comprado e instalado em vários editores de imagens. O plug-in fornece novas funcionalidades ao programa original, p. ex. um novo filtro ou efeito, que pode ser aplicado às imagens.

PRIMEIRO PLANO - porção da cena mais próxima da câmera, em contraste com o plano médio e fundo. Incluir um primeiro plano a uma paisagem ou instantâneo ajuda a criar uma sensação de profundidade e pode adicionar uma característica ou ajuste útil ao objeto principal ou objeto mais distante.

PROFUNDIDADE - qualidade da profundidade tridimensional em uma foto. Existem várias maneiras de se obter esta sensação de profundidade, tais como comprimir a perspectiva de um objeto distante, ângulos radicais da câmera e foco seletivo.

PROFUNDIDADE DE CAMPO - também chamado de DOF, é a área na frente e atrás do ponto de foco da fotografia; pode ser afetada pela abertura, distância do objeto e distância focal. ABERTURAS maiores (f/f2.8, p. ex.) produzem menos profundidade de campo, ABERTURAS menores (f/11, p. ex.) produzem mais profundidade de campo. A profundidade de campo é menor antes do objeto e se prolonga mais depois do objeto, numa proporção de um para três, mais ou menos, isto é, com determinada abertura pode haver nitidez um metro para a frente do foco e três metros depois do foco.

REALCES - partes mais iluminadas de uma imagem. Os realces são os opostos das sombras, as partes mais escuras da imagem e a transição entre as duas que proporciona à foto sensação de tonalidade. A exposição correta deve tornar os realces brilhantes preservando os detalhes.

REBATEDOR – Objeto ou material utilizado para rebater a luz sobre o assunto, não raro suavizando e dispersando a luz para criar um resultado mais atraente.

REDIMENSIONAMENTO - alteração das dimensões da imagem (medida em pixels) para torná-la maior ou menor.

RESOLUÇÃO - a quantidade pixels por polegada linear em uma imagem ou quantidade de pontos por polegada linear produzida por um dispositivo de saída.

RETRATO - foto de uma pessoa, normalmente em pose. No formato 35 mm, uma lente de 80-100 mm de alcance proporciona uma perspectiva natural. Diferente de fotografar retratos de cabeça-e-ombros diretamente, os fotógrafos geralmente colocam a pessoa sentada em ângulo e, em seguida, giram a cabeça da pessoa para a direção da câmera. Trabalhos de retratos profissionais tem melhores resultados com uma câmera de formato grande ou médio.

RUÍDO - granularidade em uma imagem, causada por pouca iluminação ou por defeitos no sinal elétrico gerado durante o processo de captura de imagens.

SATURAÇÃO – Pureza de uma cor, variando da tonalidade mais clara à mais saturada.

SENSIBILIDADE ISO - ver ISO

SERRILHAMENTO – Efeito de bordas quadriculadas observado mais claramente em linhas diagonais de imagens eletrônicas. Criado por uma amostragem deficiente. Forma uma aparência perceptível de “escada” devido aos grandes pixels quadrados presentes. Torna-se invisível quando exibidos em pixels pequenos.

SILHUETA - tipo de fotografia onde o objeto principal tem atrás de si uma região bem mais iluminada que ele, e se faz a fotometria para o objeto principal e não para o fundo, de forma que o objeto principal não apresente detalhes, restando só sua silhueta negra no registro.

SISTEMA DE ZONAS - técnica para equacionar as leituras da fotometria com as escalas tonais da fotografia, otimizando métodos de processamento do filme e sua posterior ampliação, refletindo melhor qualidade de captura. Popularizada por Ansel Adams e empregada até hoje.

SOMBRAS - as partes mais escuras de um objeto ou imagem. O oposto das sombras são os realces, as partes mais claras da imagem e a transição entre as duas que proporciona uma sensação de tonalidade às fotos. A exposição correta deve preservar os detalhes delicados mesmo nas áreas de sombra.

STROBIST - é uma técnica de iluminação em que uma ou mais cabeças de flash portáteis são utilizadas fora da sapata da câmera, sendo disparadas remotamente. É uma adaptação das mesmas técnicas de iluminação utilizadas com os flash dedicados de estúdios.

SUBEXPOR - usar fator de exposição propositalmente menor, deixando a fotografia mais escura do que seria pela leitura média.

SUBEXPOSIÇÃO - quando o sensor não recebeu luz suficiente para uma exposição correta. A subexposição em sensores digitais cria um efeito conhecido como ruído, criando uma imagem sem informações nas baixas luzes, pixelada e, em sensores de CCD, com aberrações cromáticas bem visíveis.

SUPEREXPOR - usar fator de exposição propositalmente maior que a média, deixando a fotografia mais clara do que seria normalmente.

SUPEREXPOSIÇÃO - Quando o sensor recebeu muita luz para a exposição correta. A superexposição cria uma imagem sem informações nas altas luzes.

TEMPERATURA DA COR - quantidade de vermelho (calor) ou azul (frieza) da luz, expressa em graus Kelvin. Números mais altos significam luz mais fria e números mais baixos indicam luz mais quente. A luz do meio-dia padrão é considerada de 5400 K, enquanto que a luz duas horas após o crepúsculo e duas horas antes do pôr-do-sol é de 4800 K.

TIFF (TAGGED IMAGE FILE FORMAT) - é um tipo de formato de arquivo digital muito comum entre o meio de edição profissional de imagem. Tem a vantagem de permitir um tipo de compactação (LZW) sem perda de qualidade (oposto do formato JPEG). Este formato geralmente gera arquivos de tamanho grandes.

TONS MÉDIOS - intervalo tonal compreendido entre as ALTAS LUZES e as SOMBRAS.

TRIPÉ - acessório de suporte à câmera constituído de três pernas, utilizado principalmente para fotografias de paisagens, vida selvagem, macrofotografia e longa exposição.

TTL (THROUGH THE LENS) – espécie de leitura que se faz através da lente, p. ex. da quantidade de luz disponível na cena. Comumente relacionada ao uso do flash TTL.

VINHETA – Desbotamento gradual das margens de uma foto até um preto ou branco uniforme, ao invés de contornos bem delineados.

VISOR - abertura na câmara pela qual o fotógrafo pode ver a cena a ser fotografada.

ZOOM DIGITAL (Recurso disponível em máquina compactas - Ruim) - recurso eletrônico em que se amplia a área central da imagem.

ZOOM ÓPTICO - recurso físico que altera a distância focal da câmera, preenchendo uma área maior doquadro com o objeto. Não há degradação da imagem por interpolação.

PRINCIPAIS TERMOS DA EQUITAÇÃO

Ajudas – Sinais que o cavaleiro dá ao cavalo para este executar uma determinada acção.

Almofaça – Tradicionalmente é uma escova de metal usada na limpeza dos cavalos para remover a lama e o grosso da sujidade. Hoje em dia podem ser encontradas em borracha.

Alta Escola – Designação dada à equitação clássica.

Amazona – Técnica reservada à mulheres.

Arreios – Conjunto de peças com que se aparelha o cavalo.

Baio – Coloração da pelagem do cavalo de tonalidade amarelada ou dourada.

Bridão – Componente dos arreios, que serve para colocar na boca do cavalo. É composto por uma barra e duas argolas nas extremidades.

Cabeçada – Componente dos arreios, colocado na cabeça do cavalo. Pode ter ou não embocadura. Às cabeçadas sem embocadura, dá-se o nome de cabeçada de manjedoura.

Casco – O pé do cavalo

Cauda – Conjunto de pêlos longos situados na parte traseira do cavalo.

Cilha – Faixa de tecido ou cabedal usada para segurar a cela ou a carga. É apertada na parte de baixo da barriga do animal.

Coudelaria – Local de criação de cavalos

Crina – Pêlos longos que se desenvolvem ao longo da parte superior do pescoço do cavalo.

Dorso – Zona anatómica do cavalo onde é colocada a sela.

Égua – cavalo do sexo feminino com mais de 4 anos.

Embocadura – Aparelho colocado na boca do animal, ligado a uma cabeçada. Pode der Dupla, ou Brida Completa.

Enduro – Corrida a cavalo de longa distância , constituído por duas modalidades: velocidade e velocidade moderada.

Equitação – Disciplina em que o cavaleiro, e não o cavalo, é julgado pelas suas capacidades de andar de cavalo.

Esporas – Peça de metal, composto por uma roseta com espinhos colocada na parte traseira da bota do cavaleiro. É utilizada para picar o cavalo e fazê-lo arrancar ou acelerar o movimento.

Estábulo – Edifício onde se recolhe os cavalos. Composto por várias boxes, ou divisões individuais para cavalos.

Estribos – Peças de metal presas à aba da sela que servem de apoio ao pé do cavaleiro.

Ferrador – Técnico que coloca as ferraduras aos cavalos.

Ferradura – Objecto de metal moldada em forma de U que é pregada aos cascos do cavalo. Serve para proteger o casco e aumentar a aderência ao solo.

Ferro de cascos – Objecto pontiagudo de limpeza, utilizado para remover a sujidade nos cascos do cavalo.

Galope – A andadura mais rápida do cavalo, composta por três batidas.

Garanhão – Cavalo do sexo masculino com mais de 4 anos e apto para reprodução.

Garupa – Parte superior da zona traseira do cavalo. Parte mais alta junto ao dorso.

Guia – Corda comprida prendida à embocadura do cavalo, utilizada para conduzir o cavalo a pé.

Jarrete – Parte anatómica do cavalo situada na zona posterior do joelho.

Jockey – Designação dada ao cavaleiro de cavalos de corrida.

Alazão – Pelagem do cavalo de cor vermelha-acastanhado.

Loro – Correia dupla que prende o estribo ao selim.

Pólo – Desporto praticado em cima de um cavalo com um taco com o qual se tenta acertar numa bola.

Pónei – Raça de cavalos pequenos, abaixo dos 148 cm.

Rédeas – Tiras de cabedal longas que rodeiam a cabeça do cavalo. São presas à embocadura do cavalo e seguras pelo cavaleiro.

Rédeas longas – Método de treino do cavalo com recuso a uma rédea longa, presa na embocadura do cavalo e segura na mão do cavaleiro. Permite que o cavaleiro treino sem estar sentado no cavalo, podendo estar a pé ou montado noutro cavalo.

Reflexo condicionado – Consistência da resposta de um cavalo quando exposto a um determinado estímulo.

Salto de Obstáculos – prova em que o cavalo deve fazer um percurso com obstáculos no caminho sobre os quais deve saltar

Sela – Assento acolchoado onde o cavaleiro se senta no cavalo.

Testeira – Componente dos arreios colocada na testa do cavalo para protecção do mesmo.

Trote – Andadura de velocidade intermédia, composta por 2 batidas. O cavalo movimenta-se com as patas simétricas na diagonal, ou seja, move a pata direita da frente com a pata esquerda de trás ao mesmo tempo e a pata esquerda da frente com a para direita de trás.

Programa Resumido do Curso:

O curso apresenta dentre outros, os seguintes temas:

Vídeo Aula Fotografia de Equinos com o Fotógrafo Ivan Machado
e muitas outras informações para que você aprenda definitivamente...

- Introdução à fotografia;
- Equipamentos e ajustes para fotografia de animais;
- A Câmera fotográfica digital compacta X profissional;
- Fotografia com o equipamento que você já tem;
- Estudo das lentes para fotografia de animais;
- Breve Estudo da Luz (Contínua, natural e luz do Flash);
- Composição e ambientação da fotografia da foto de Equinos;
- Linhas de aprumos;
- Formação do semi-círculo e retropega;
- Preparando o animal para a sessão fotográfica - A Maquiagem;
- A cor e pelagem dos animais;
- A foto profissional, técnica dos animais;
- Fotos de potros, éguas, garanhões e o cavalo em movimento;
- Melhores fotos e ângulos de equinos;
- Posicionamento morfológico dos cavalos;
- A foto artística;
- Registro Fotográficos de Eventos, Leilões e Exposições;
- Fotografando cavalos e fazendo amigos
- O registro institucional de Haras e Fazendas
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